BLAZ?

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Curitiba, PR, Brazil
Um ser advindo da zona abissal da 11ª. dimensão.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA:


1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais" (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas').


2CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO 

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.


4A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.


5DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.


6UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...


7MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores.


8ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...


9REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!


10CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


O post de hoje não passa de mais uma das obviedades cotidianas, mas nunca é demais reiterar. É conhecendo seu inimigo que você prepara-se melhor para enfrentá-lo

O problema MESMO, é que tem gente que nem preparar-se quer, pois não vê a realidade, nem tampouco acredita nela, caso a veja.
É a Alegoria da Caverna em sua mais inóspita exteriorização e aplicabilidade no "mundo real".

Abraços, 
Diogo.

(=-


Disclaimer: texto "freeware" achado somewhere. Não sou o owner


sábado, 30 de outubro de 2010

Eleitor BraZileiro e o Paradoxo da Democracia

Primeiro de tudo, prestem muita atenção neste vídeo (se necessário, rewind it e assista-o novamente):



Importante destacar que não estou falando deste cidadão em específico, mas sim, de sua representatividade em relação à imagem do braZileiro (ou, pelo menos, da maioria destes). Inclusive, é isto que está implícito no video (que não foi por mim gravado nem produzido ou editado, mas que está disponível na web).

Tendo isto por claro, e levando em consideração que uma maioria esmagadora da população (maioria esta, apolítica, aética, amoral e sem preocupação com basilares educacionais e nem o devido gosto por isto desenvolvido - a partir de agora, tratada como "povo"), possui este viés quando em se tratando de política e escolha de líderes, lhes apresento a seguinte reflexão: 

A democracia realmente é adequada para o povo braZileiro e suas características personalíssimas? 

A democracia é realmente condizente com o mastermind do braZileiro? Ela é efetiva, levando em conta o total despreparo do povo face ao direito/dever de escolher quem decidirá o futuro dessa imensa pessoa jurídica que é o Estado?

Primeiro, gostaria de deixar claro que não estou sugerindo nada, muito menos que se adote regime ditatorial ou coisa parecida: o fato de se questionar algo, não necessariamente tem por implícito (ou explícito) o posicionamento favorável aos extremos opostos - até porque, antes do advento da democracia (ou de quaisquer outras formas organizadas de poder), não se tinha ideia de como uma ou outra seria, e, com isso, podemos hoje considerar inclusive o eventual surgimento novas formas de organização até então inimagináveis ou intangíveis. Algo a se pensar e pelo que esperar.

Síntese do video: o braZileiro em questão foi questionado a respeito do que tem a dizer sobre o líder municipal do Poder Executivo de onde reside. Disse que é o melhor prefeito do BraZil e que está fazendo "muito trabalho pela nossa cidade". Quando lhe perguntaram o que o líder fez pela cidade e por seu bairro, não soube dizer nada, e justificou sua favorabilidade a ele mencionando que "acha", crê que foi feito algo de bom.

Notemos que o prefeito em questão estava "fazendo a inscrição das casinha", "dando 50 'unidade' grátis", "ajudando o povo, ajudando a população que tá precisando", "fazendo o cartão de MPU" etc.

O povo do nosso país é tão carente de atenção, que tem por "bom político" aquele que faz parecer que cumpre a razão de um Estado existir, aquele que provê o mínimo necessário à subsistência digna (?) dos cidadãos/eleitores.

Ora, habitação, saúde, saneamento, urbanização são DEVERES do Estado. É mais do que OBRIGAÇÃO dos líderes aplicar nestas áreas, devidamente, o arrecadado em impostos. Se estão realizando a inscrição da COHAB, ótimo! Se estão fazendo a ficha para o atendimento hospitalar, excelente! Se foram feitas obras no bairro, melhor ainda!

Mas isto não passa de exteriorização da responsabilidade da organização estatal. É pra isso que "assinamos" um contrato social, transferindo poderes ao Estado, disponibilizando parte de nossos direitos e, inclusive, liberdade, para que se possa ter uma estrutura pública proporcionando o atingimento do bem-estar social. É a única razão de uma pessoa jurídica pública existir.

A grande questão é: CADÊ O PLUS?

Nosso povo, nossos eleitores são tão ignorantes em termos sociopolíticos, que não despertam pra estes questionamentos (BASICÍSSIMOS, por sinal).

Não somos críticos o bastante, a ponto de sermos/mostrarmos realmente "quem manda" nesse país. Nossa democracia, infelizmente, é DELEGATIVA. Endeusamos o líder do Poder Executivo, como se ele fosse um Spiderman, um Ironman, um Hancock, sei lá... como se ele fosse um messias, único ser capaz de mudar coisas e favorecer os interesses públicos; quando, na verdade, o ideal seria que nosso povo fosse consciente o bastante para estarmos já na etapa de democracia REPRESENTATIVA, cobrando, pressionando, causando suicídios de corruptos e a aplicação plena da lei penal a quem a violasse.

A massa não se dá conta de uma constante política, que é o "faça o povo precisar clamar pelo básico do básico... assim, por algum tempo  (que já dura  uma eternidade, por sinal), não abrirão os olhos, da forma como deveriam, pra questionamentos à organização política, pra administração do país e pra corrupção que nele se instala".

 É fazendo o povo se preocupar eternamente com questões subsistenciais que partidos e agentes políticos veem-se livres pra "pintar e bordar por baixo dos panos", sem que haja a devida revolta popular. Sabe-se que o povo de nosso país faz festa, rebola, mostra a bunda e os peitos inclusive quando tudo está indo ladeira abaixo. Todo ano tem carnaval, momento em que misteriosamente esquece-se da total falta de presença do Estado em grande parte do território; esquece-se de realizar questionamentos sobre "pra onde vão os 5 meses de meu salário, pagos em impostos?", e assim por diante.

Em minha opinião, nosso povo é ignorante demais e completamente despreparado pra fazermos jus ao regime democrático. Da mesma forma que tem gente que não entende de Teoria das Supercordas, Teoria das Membranas, Trigonometria, ou até mesmo Fórmula de Bháskara, o povo não sabe votar. O povo não merece o regime democrático, simplesmente porque o ignora e não se prepara para tanto. Não sabemos votar, pois não temos capacidade cognitiva de estipular os parâmetros de escolha de líderes.

Vota-se por conveniência. Vota-se pela esmola. Vota-se pela miséria de atuação estatal, que - com o viés da publicidade - nos faz parecer que é "O Brasil mudando".
Nosso povo não é capaz de exercer a democracia.


Não com a mentalidade e cultura que tem.


Infelizmente.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Vida Fora da Terra

Vi alguns campeões comentando esta noticia e resolvi abrir o focinho, também!

O ser humano busca por formas de vida à sua imagem e semelhança e, talvez, por isso, nunca as encontrará.

Talvez nosso sistema sensorial seja atrasado e rústico demais pra percebermos a existência de certas coisas, e até mesmo, percebermos eventual forma de vida completamente diferente desta nossa, que é dependente de matéria pra se manifestar.

Nós, leigos, já temos o "padrão" do que vem a ser um extraterrestre (seja verde, grey, magro, olhudo etc) e é isso que nosso inconsciente, no fundo, acha que irá encontrar. Ignoramos quaisquer outras possibilidades de manifestações extraterrestres em nosso planetóide, justamente porque esperamos ver "naves feitas de ligas metálicas com luzinhas piscando", invadindo a nosso planetóide e descarregando raios-laser na superfície.

É tipo aquela premissa de que "... quando vc tem uma língua natural, não significa que vc irá aprender todos os sons e possibilidades desta língua, mas sim, você - por puro costume e enraizamento - irá perder a capacidade de falar com naturalidade todo o resto de sons possíveis que o aparelho fonador humano é capaz de emitir..." (sei lá quem disse isso... não lembro agora... mas concordo!).

Já viram indianos falando inglês?
É mais ou menos disso que to falando.

Vemos e procuramos ver o que nossas limitações nos permitem.

É só quando o indiano conseguir perder o "vício" em sua língua-mãe, que ele irá conseguir pronunciar da forma mais natural possível os sons de outras línguas. Da mesma forma, quando nos dermos conta de que ET's não são homenzinhos verdes que descem em naves piscantes, e que há inclusive a possibilidade de haver formas de vida independentes de matéria para se manifestar, sendo inimagináveis por nossa mente primitiva, aí sim estaremos mais próximos de conhecer a vida fora deste mícron de universo chamado Terra.

Antes que venha algum pseudo-intelectualóide dar uma de cuzão, eu sei que todas as pessoas acostumadas com sua língua-mãe têm uma maneira característica de falar outros idiomas, não só os indianos. Os escolhi, por que acho engraçado, tanto quanto o inglês de um escocês.E ah! Também sei que nem todo mundo acha que vai encontrar um homenzinho verde. Há algumas pessoas dotadas de senso-crítico neste mundo.